Indicadores de Bem-estar para Povos Tradicionais (IBPT) e o Caso das Religiões de Matriz Africana e Umbanda no Brasil

Autores/as

  • Everson Jaques Vargas
  • Luis Felipe Barboza-Lacerda
  • Sueli Angelita da Silva
  • Adevanir Aparecida Pinheiro

Resumen

O artigo propõe analisar, pela via das Ciências Humanas e Sociais,
como se produz o bem-estar nos territórios tradicionais ligados as religiões
de matriz africana e Umbanda, para isto, apresenta- se e faz uso
de uma metodologia participativa denominada Indicadores de Bemestar
para Povos Tradicionais - IBPT. Os IBPT possuem um arranjo
de cinco grandes capacidades auto enunciadas pelos povos tradicionais,
que servem como balizadores de análise, sendo elas: Capacidade
de Controle Coletivo do Território; Capacidade de Agenciamento Cultural
Autônomo; Capacidade de Autonomia Alimentar; Capacidade
de Construir um Ambiente Tranquilo e Capacidade de Autocuidado e
Reprodução. Emprega-se essa metodologia para auxiliar os povos tradicionais a visualizarem suas potencialidades, suas vulnerabilidades edesenvolverem planejamentos estratégicos para melhor gerenciá-las. Os resultados revelam os principais desafios e conquistas destes povos,através de um processo histórico de superação de preconceitos e afirmação de identidade sociocultural.

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Publicado

2019-12-13

Cómo citar

Vargas, E. J., Barboza-Lacerda, L. F., da Silva, S. A., & Pinheiro, A. A. (2019). Indicadores de Bem-estar para Povos Tradicionais (IBPT) e o Caso das Religiões de Matriz Africana e Umbanda no Brasil. Revista Del Cisen Tramas/Maepova, 7(2). Recuperado a partir de https://portalderevistas.unsa.edu.ar/index.php/cisen/article/view/1056

Número

Sección

Artículos